Antes de qualquer coisa, devemos entender o que é um “Funeral”. A cerimônia funeral tem o significado de encaminhar o falecido diretamente para a Terra Pura, para dentro do Gohonzon, e, por isto, é uma cerimonia única que é priorizada e agendada mesmo que haja necessidade de cancelar ou transferir outras programações.

Primeiramente, devemos avisar o coordenador de grupo, para que este possa avisar o monge ou a monja responsável e combinar os horários dos cultos (corpo presente e sepultamento). São necessários alguns cuidados básicos para a cerimônia como, por exemplo:

– Ao solicitar o caixão pedir para que se retire a cruz ou escolher um que não a tenha;
– Pedir para o funcionário da funerária que não leve o Grande Crucifixo; caso já tenha sido levado, colocá-lo no cantinho da sala;
– Reservar uma mesinha e uma cadeira para o monge celebrar o culto;
– Reservar uma vaga no estacionamento para o sacerdote;
– Perguntar ao monge se precisa que o busque no templo (ou residência);
– Marcar antecipadamente o culto de sétimo dia com o monge para, ao término (do funeral), comunicar data, horário e local a todos os presentes;
– Se o falecido não tiver o Odyuzu (Terço Budista), providenciar para que alguém leve ou adquira no templo; e
– Orientar o monge sobre outras necessidades, se for o caso.

O horário do Culto Fúnebre (funeral) é uma hora antes do horário definido pela funerária para o sepultamento.

O monge levará ao local do funeral todos os objetos que serão utilizados no local, inclusive a Imagem Sagrada (Gohonzon), bem como velas, incensos e sino, entre outros.

Citação do Grande Mestre Nitiren Daibossatsu:

“Antes de mais nada aprenda sobre a morte, e depois aprenda outras coisas”.

(Texto retirado da revista Lótus, janeiro de 2001, Ano 2 – N°16.)