a-morte-rejuvenesce-budismo

 

O Bispo Taniguti, do Templo Myousenji, no Japão, citou esta poesia de composição de um dos bispos da HBS, ao nos responder a respeito da pergunta sobre o que representaria a morte, em dezembro de 2001.

 

“Aresse fuku mudyou no kaze ni sarassarete
Shaba no inoti mo kyou o kaguiri ni
Umarete wa tirinuru koto no yo narisseba
Mata kitaru haru o tanoshimi ni shite
Shinu koto wa umaruru tabi no kado ide ka
Nanika wa sakan medeta kari keri
Reikon wa fumetsu no mono to kikinureba
Umare kawarite wakagaeru kana”

“O mundo tempestuoso exposto ao vento da impermanência.
A vida neste mundo de resistência limita-se ao hoje.
É um mundo em que o desabrochar representa o despetalar.
Anseia-se pela próxima primavera a chegar.
Morrer é o início da viagem do renascer.
Que auspicioso, algo florescerá.
Ao ouvir sobre a eternidade da alma,
Saberei que rejuvenescerei.”

Revista Lotus. Edição 33. Página 06.